terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dedo em riste

“Muita gente reclamou que Ciro Gomes, no auge das tratativas sobre candidaturas presidenciais e conchavos afins, tirou férias e se ausentou do País. Muita gente deve estar achando agora que Ciro Gomes deveria ter prolongado suas férias até depois das eleições.

Mas Ciro voltou ao País com a sua metralhadora giratória em riste. Disse que só não será candidato a presidente da República se o seu partido, o PSB, não deixar. E se José Dirceu pedir? "Não pediu. Se pedir, mando pastar. Ele deveria assumir um certo respeito. A condição atual dele é golpista. Ele quis acabar com o Lula. O Zé Dirceu estava decidido a acabar com o Lula".

E se Lula pedir para ele esquecer a candidatura e subir no palanque de Dilma? "Não subo no palanque de Dilma no primeiro turno. Lula é um grande líder político, mas não é um mito, não é santo e não é inquestionável. Ele quer transformar a eleição em um plebiscito (comparação entre o seu governo e o de FHC). Está errado. O PT confunde discordar com brigar. Concordar com tudo não é ser amigo. O Lula está errado".

Mais do que isso, Ciro considera que sua candidatura, vitoriosa ou não, é fundamental para o País: "Posso falar coisas que o PT não pode. A moral da aliança PT/PMDB é um roçado de escândalo. Não tenho que fazer homenagem ao Quércia, como o Serra, nem ao Renan Calheiros, como a Dilma".

Achou pouco? Dia 18 tem mais, no programa do PSB na TV.” (Fórum de Líderes Empresariais / FLE)

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