terça-feira, 20 de abril de 2010

Bola da vez

O grupo português de mídia Ongoing elegeu o Brasil como centro de sua expansão internacional. A criação de dois diários (um econômico, o outro político) e a compra do grupo O Dia (que edita três jornais populares), parece ser só o começo. Não será surpresa se a investida dos portugueses chegar à televisão. (FLE)

Belo Monte em suspensão

Naquela tida como a mais importante obra do PAC, Lula está mal assessorado mais uma vez. A hidrelétrica vai gerar menos energia (e muito mais cara) do que o anunciado e o terrorismo "ou a hidrelétrica ou termoelétrica" é primitivo e de má fé. Para não falar das exigências determinadas pelo Eia-Rima: se cumpridas, permitirão a produção de energia apenas alguns meses por ano; se não, é catástrofe ambiental na certa. Isso é obra para meia dúzia - se muito - de empresas ganharem muito $.

terça-feira, 30 de março de 2010

Financiamento sustentável

Os bancos brasileiros começam a se preocupar em ter clientes e produtos verdes.

Quanta honra

A querida Marina Silva (humildemente admito, sua equipe) passou a me seguir no twitter (www.twitter.com/Alberto_Guedes).

sábado, 13 de março de 2010

Web 3.0

Uma das primeiras promessas da web semântica envolve a conversa entre os computadores – quando programas buscam traduzir suas linguagens e interagem entre si. Assim, Facebook conversa com Twitter, que aceita o caderno de endereços do Plaxo e assim por diante. Por causa desta característica, ela também foi chamada de Web 3.0, porque seria uma evolução do estágio da Web, ou das redes sociais, (Mosaico Social)

terça-feira, 9 de março de 2010

Rastreabilidade ambiental

A Pegada Ecológica – metodologia criada para calcular os rastros que nós seres humanos deixamos no planeta em razão dos nossos hábitos de vida e consumo – será desenvolvida pela primeira vez em uma cidade brasileira. A parceria entre o WWF-Brasil e a Prefeitura Municipal de Campo Grande para desenvolver a metodologia da Pegada Ecológica para a cidade será anunciada nesta terça-feira (9 de março), às 14h, na sede do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do MS (CREA).

Atualmente, o cálculo da Pegada Ecológica no Brasil é feito de maneira individual. No entanto, como as pessoas vivem agrupadas em cidades, os hábitos individuais têm reflexos na cidade como um todo, assim como o consumo coletivo se reflete na pegada individual. Por esta razão, o WWF-Brasil decidiu realizar esse trabalho em uma cidade, experiência que já vem sendo testada em outros países.

O trabalho tem por objetivo calcular a pegada ecológica de Campo Grande no que se refere a geração e destino de resíduos, transporte, alimentação, habitação, entre outras áreas e desenvolver com os parceiros ações que ajudem a diminuir os impactos dessas atividades e contribuam para melhorar o desempenho ambiental do município, reduzindo a pegada ecológica.

Para a Secretária-Geral do WWF-Brasil, os resultados desse trabalho conjunto vão trazer benefícios não só para a população de Campo Grande, mas também para outras regiões do país. “Nossa intenção é ter a metodologia desenvolvida para Campo Grande como um modelo que possa ser aplicado a outras cidades brasileiras”, destaca.

Os itens que irão compor a base do estudo e as ações para reduzir a pegada serão discutidos com os parceiros locais – prefeitura, instituições de ensino e pesquisa, empresas, ONGs, entre outras, e elaborado um plano de trabalho a ser desenvolvido durante o ano todo.

O coordenador do Programa Pantanal para Sempre do WWF-Brasil, Michael Becker, ressalta que a pegada ecológica pode ser usada como uma ferramenta de gestão para a cidade. “Nosso objetivo é ampliar as boas experiências que já vêm sendo desenvolvidas e propor ações para melhorar o que não estiver bom”, diz Becker. (WWF)

quarta-feira, 3 de março de 2010

Subsídios à construção ecológica nos EUA

"EUA darão subsídio para construção ecológica”: título estampa algumas capas de jornais americanos desta quarta-feira. O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou um programa de US$ 6 bilhões para subsidiar a construção de casas com baixo consumo de energia. A iniciativa, que precisará ser aprovada no Congresso, visa também a geração de empregos. Os subsídios serão direcionados para a compra de material de isolamento térmico e outros que ajudam a poupar eletricidade.

No Brasil, uma revista sobre o tema será lançada em breve pela Tron Comunicação. Terá formato digital dentro de um portal e versão impressa distribuída para mailing segmentado.

Ainda no Brasil, mas na contramão, o planejamento oficial do governo prevê um retrocesso com o incentivo à construção de usinas termelétricas a combustível fóssil –óleo, gás e carvão. A capacidade instalada deve aumentar cerca de 45%, contra 18% da geração a partir da biomassa (bagaço de cana, por exemplo).